Geralmente também é encontrado nos fungos, sendo neste caso, a principal substância de reserva. O glicogênio é especialmente abundante no fígado, onde ele constitui até 7% do peso úmido deste órgão. Neste caso é denominado glicogênio hepático, sendo encontrados em grandes grânulos, eles mesmos agregados de grânulos menores compostos por moléculas de glicogênio unitárias altamente ramificadas e com uma massa molecular média de vários milhões. Esses grânulos se apresentam em uma forma intimamente unida às enzimas responsáveis pela sua síntese e degradação. A principal função do glicogênio armazenado no fígado serve para alimentar a necessidade energética das células cerebrais e musculares entre outras. No caso de se verificar uma esteatose hepática (fígado gordo), este é armazenado dentro de vacúolos com limites pouco definidos, não é nada mais que gordura de reseva entre outras substâncias. Ainda na sequência do metabolismo dos carboidratos se considerarmos a glicose plasmática ou glicose circulatória ocorrerá em se considerando o GH-hormônio de crescimento aumento plasmático que em contrapartida se estabelecerá no caso do IGF-I (fator de crescimento insulina-símile) uma diminuição desta glicose plasmática no metabolismo dos carboidratos circulatórios. Por último no metabolismo de carboidratos ao focarmos a sensibilidade à insulina no caso do GH-hormônio de crescimento ocorre uma diminuição ao passo que no metabolismo de hidratos de carbono em referência ao IGF-I (fator de crescimento insulina-simile) irá se verificar um aumento da sensibilidade da insulina pelas suas características.
Nosso objetivo é colocar em evidência a relevância dessas duas substâncias de extrema importância para o metabolismo de carboidrato de forma compreensível, vista que, sem ela o crescimento no caso de baixa estatura linear ou longitudinal, seja por deficiência do GH-hormônio de crescimento, ou seja, por crescimento estatural baixo idiopático também acarretará em comprometimento de diversos mecanismo metabólicos e orgânicos que tem efeito vitalício em seus desarranjos.
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
Como saber mais:
1. Pessoas de grupos étnicos minoritários são mais propensas a relatar problemas de saúde, e têm um maior risco de baixo peso ao nascer e de obesidade na infância...
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2. Se queremos entender mais sobre as origens do desenvolvimento de desigualdades étnicas na saúde do adulto, o que precisamos saber mais sobre altura e crescimento entre as crianças, infanto-juvenis de minorias étnicas...
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3. Alternativamente, menor peso ao nascer dentro de grupos étnicos minoritários pode seguir a partir de resultados que mães mais baixas proporcionam um ambiente intra-uterino fisicamente mais limitado...
http://imcobesidade.blogspot.com
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, medicina interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Bransby ER. O crescimento sazonal das crianças. Médico 1945 73 149, 157 e 165; Marshall WA. Avaliação da taxa de crescimento em altura ao longo de períodos de inferior a um ano. Archives of Diseases in Childhood 1971 46414-420; Falkner F, Tanner JM. Human Growth, vol 2. Londres: Bailliere Tindall, 1978; Buffon G. Oeuvres completes de Buffon Mises en Ordre des Precedees d'une Notice Historique par MA Richard. Paris: Pourrat Freres, 1833; Reynolds EL & Sontag PV. As variações sazonais no peso, altura e aparecimento de centros de ossificação. Jornal de Pediatria 1955 24 524-535; Tanner JM. Educação e Crescimento Físico, 2 ª edição. Londres: Hodder and Stoughton, 1977; Lampl M, Veldhuis JD & Johnson ML. Saltação e estase: um modelo de crescimento humana. Ciência 1992 258 801-803; Hermanussen M, Geiger-Benoit K, J & Burmeister Sippell WG Mudanças periódicas de velocidade de crescimento de curto prazo ("mini crescimento jorra ') no crescimento humano. Annals of Human Biology 1988 15 103-109; Hermanussen M, Sippell WG & Valk IM. Monitoramento Knemometric efeitos de início de hormônio de crescimento humano no crescimento da perna em crianças com deficiência de hormônio do crescimento. Lancet 1985 I 1069-1071; 10 padrões de crescimento Panter-Tijolo C. sazonais na rural Nepali crianças. Annals of Human Biology 1997 24 1-18; Takahashi E. Crescimento e fatores ambientais no Japão. Humano Biologia 1966 38 112-130.
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