quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

BAIXA ESTATURA E CRESCER LINEAR INFANTIL-JUVENIL: A FUNÇÃO PRIMÁRIA DO GH-HORMÔNIO DE CRESCIMENTO É PROMOVER O CRESCIMENTO LINEAR, MAS ESSA COMPLEXA TAREFA NÃO É PRIVILÉGIO DESTE IMPORTANTE HORMÔNIO DE FORMA ISOLADA. O ENDOCRINOLOGISTA E O NEUROENDOCRINOLOGISTA TÊM NECESSIDADE DE AVALIAR OUTROS AUXILIARES BIOLÓGICOS E EXÓGENOS PARA ALCANÇAR O ALVO MÁXIMO GENÉTICO; DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

Os efeitos metabólicos básicos do hormônio de crescimento servem para atingir esse resultado, mas a maioria dos efeitos que influenciam no crescimento linear infanto-juvenil através do GH, tem ajuda e eficiência que promovem o crescimento que é a mediação do fator de crescimento insulina-símile (IGF-I), que anteriormente era conhecido como somatomedina C. Ao efetuarmos uma comparação paralela complementar dessas 2 substâncias imprescindíveis para o crescimento linear do Homo–Sapiens–Sapiens, perceberemos as influências individuais de forma comparativa, sequencial e moduladora. Quando comparamos o metabolismo de carboidratos percebemos que: quanto à captação de substância energética como a glicose em tecidos extra-hepáticos no caso do GH-hormônio de crescimento ocorre um consumo maior e, portanto, uma diminuição do metabolismo de hidrato de carbono; levando em consideração o IGF-I (fator de crescimento insulina-símile) na captação em tecido extra-hepático, ocorre um aumento do metabolismo de hidrato de carbono através da captação da glicose em tecidos extra-hepáticos. Em sequência no metabolismo de carboidratos a saída da glicose intra-hepática quando se trata do GH-hormônio de crescimento ocorre um aumento da saída da glicose, em contrapartida o relacionamento do IGF-I (fator de crescimento insulina-simile) ocorre uma diminuição da saída da glicose intra-hepática (do metabolismo de hidrato de carbono). Esses detalhes de extrema importância em suas funções metabólicas têm sequência levando em consideração: o depósito hepático de glicogênio em ambas as substâncias (HGH/IGF-I), aumentam em ambos a insulina e os glicocorticóides. O glicogênio é um polissacarídeo e a principal reserva energética nas células animais encontrado, principalmente, no fígado e nos músculos entre outras áreas. 
Geralmente também é encontrado nos fungos, sendo neste caso, a principal substância de reserva. O glicogênio é especialmente abundante no fígado, onde ele constitui até 7% do peso úmido deste órgão. Neste caso é denominado glicogênio hepático, sendo encontrados em grandes grânulos, eles mesmos agregados de grânulos menores compostos por moléculas de glicogênio unitárias altamente ramificadas e com uma massa molecular média de vários milhões. Esses grânulos se apresentam em uma forma intimamente unida às enzimas responsáveis pela sua síntese e degradação. A principal função do glicogênio armazenado no fígado serve para alimentar a necessidade energética das células cerebrais e musculares entre outras. No caso de se verificar uma esteatose hepática (fígado gordo), este é armazenado dentro de vacúolos com limites pouco definidos, não é nada mais que gordura de reseva entre outras substâncias. Ainda na sequência do metabolismo dos carboidratos se considerarmos a glicose plasmática ou glicose circulatória ocorrerá em se considerando o GH-hormônio de crescimento aumento plasmático que em contrapartida se estabelecerá no caso do IGF-I (fator de crescimento insulina-símile) uma diminuição desta glicose plasmática no metabolismo dos carboidratos circulatórios. Por último no metabolismo de carboidratos ao focarmos a sensibilidade à insulina no caso do GH-hormônio de crescimento ocorre uma diminuição ao passo que no metabolismo de hidratos de carbono em referência ao IGF-I (fator de crescimento insulina-simile) irá se verificar um aumento da sensibilidade da insulina pelas suas características. 
Nosso objetivo é colocar em evidência a relevância dessas duas substâncias de extrema importância para o metabolismo de carboidrato de forma compreensível, vista que, sem ela o crescimento no caso de baixa estatura linear ou longitudinal, seja por deficiência do GH-hormônio de crescimento, ou seja, por crescimento estatural baixo idiopático também acarretará em comprometimento de diversos mecanismo metabólicos e orgânicos que tem efeito vitalício em seus desarranjos.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

 
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como saber mais:
1. Pessoas de grupos étnicos minoritários são mais propensas a relatar problemas de saúde, e têm um maior risco de baixo peso ao nascer e de obesidade na infância...
 
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com
 
2. Se queremos entender mais sobre as origens do desenvolvimento de desigualdades étnicas na saúde do adulto, o que precisamos saber mais sobre altura e crescimento entre as crianças, infanto-juvenis de minorias étnicas...

http://longevidadefutura.blogspot.com

3. Alternativamente, menor peso ao nascer dentro de grupos étnicos minoritários pode seguir a partir de resultados que mães mais baixas proporcionam um ambiente intra-uterino fisicamente mais limitado...
http://imcobesidade.blogspot.com


AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, medicina interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Bransby ER. O crescimento sazonal das crianças. Médico 1945 73 149, 157 e 165; Marshall WA. Avaliação da taxa de crescimento em altura ao longo de períodos de inferior a um ano. Archives of Diseases in Childhood 1971 46414-420; Falkner F, Tanner JM. Human Growth, vol 2. Londres: Bailliere Tindall, 1978; Buffon G. Oeuvres completes de Buffon Mises en Ordre des Precedees d'une Notice Historique par MA Richard. Paris: Pourrat Freres, 1833; Reynolds EL & Sontag PV. As variações sazonais no peso, altura e aparecimento de centros de ossificação. Jornal de Pediatria 1955 24 524-535; Tanner JM. Educação e Crescimento Físico, 2 ª edição. Londres: Hodder and Stoughton, 1977; Lampl M, Veldhuis JD & Johnson ML. Saltação e estase: um modelo de crescimento humana. Ciência 1992 258 801-803; Hermanussen M, Geiger-Benoit K, J & Burmeister Sippell WG Mudanças periódicas de velocidade de crescimento de curto prazo ("mini crescimento jorra ') no crescimento humano. Annals of Human Biology 1988 15 103-109; Hermanussen M, Sippell WG & Valk IM. Monitoramento Knemometric efeitos de início de hormônio de crescimento humano no crescimento da perna em crianças com deficiência de hormônio do crescimento. Lancet 1985 I 1069-1071; 10 padrões de crescimento Panter-Tijolo C. sazonais na rural Nepali crianças. Annals of Human Biology 1997 24 1-18; Takahashi E. Crescimento e fatores ambientais no Japão. Humano Biologia 1966 38 112-130.


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